Não
é nada de errado, nem é sinal de fraqueza, desistir de
coisas/projectos/pessoas que fogem, sistematicamente, do nosso alcance.
Seja por que razão for. Se é verdade que devemos procurar dar o máximo
de nós e do nosso empenho em cada situação, também é claro (ou devia
ser) que se as coisas não avançam por nada, se a chave não gira e as
portas não abrem, deixem, larguem da mão. Às vezes a vida precisa mesmo de dar esta volta de 180º.
Há momentos em que só desta forma aprendemos que mais vale que a vida se desconstrua, se vire do avesso e nos mude as perguntas para as respostas que julgamos ter, para depois fazermos as coisas de uma outra forma, mais forte, melhor (e é sempre melhor, garantidamente).
O desapego treina-se. Custa, demora a interiorizar, sobretudo quando estão em causa coisas/projectos/pessoas de quem gostamos muito...mas consegue-se!
Há momentos em que só desta forma aprendemos que mais vale que a vida se desconstrua, se vire do avesso e nos mude as perguntas para as respostas que julgamos ter, para depois fazermos as coisas de uma outra forma, mais forte, melhor (e é sempre melhor, garantidamente).
O desapego treina-se. Custa, demora a interiorizar, sobretudo quando estão em causa coisas/projectos/pessoas de quem gostamos muito...mas consegue-se!
Um até já a todas as pessoas que fizeram com que este projecto se tornasse real...por agora bem, por agora estamos por aqui: http://indiariodebordo.blogspot.co.uk/